Uso ético e responsável das TIC na escola

É indiscutível a importância de computadores, internet e TV na educação pública. Porém, devemos refletir sobre o uso ético e responsável dessas tecnologias na escola.

 

As redes sociais na web e os celulares com câmera digital tornaram comum o hábito de fotografar ou filmar colegas e dispor as imagens na rede mundial. A ideia equivocada de que a internet é uma terra sem-lei provoca uma série de transtornos. O mundo virtual tem também seu lado ruim, portanto devemos conscientizar os adolescentes de que eles podem tanto ser vítimas de crimes eletrônicos quanto cometer por acaso um ato infracional, como falar mal de um colega ou de um professor numa comunidade online, por exemplo. Segundo especialistas, o agravante é que a escola pode ser responsabilizada judicialmente por um ato infracional cometido por meio de sua internet ou de seus computadores.

 

Referindo-se ao uso da rede mundial para pesquisas, dificilmente um estudante da educação básica saberá distinguir entre uma opinião e um fato online. Uma pesquisa deve se basear em fatos. Jamais em opiniões pessoais, muito comuns nos blogs. E as bibliotecas ficam em segundo plano diante da facilidade de se copiar um conteúdo da internet (violação ao direito autoral), colar, imprimir e entregar ao professor. Nos vestibulares e nos concursos públicos não haverá a opção copiar e colar, utilizada nos meios digitais.

 

Mas a responsabilidade de que tratamos aqui não se resume ao aluno. Todos nós, educadores, devemos ser exemplo de ética e responsabilidade quanto ao uso das tecnologias. De nada adianta o governo do estado implementar software livre nas escolas se persiste na educação e em outros setores públicos o uso de programas de computador piratas (crime contra a propriedade intelectual). Um flagrante contrassenso de quem deve educar os jovens para o respeito às leis.

 

Tudo bem, estes problemas não ocorrem apenas no setor educacional. Mas qual é o nosso papel enquanto educadores? Se os alunos não estão cientes de suas responsabilidades enquanto cidadãos digitais cumpre a nós conscientizá-los. Mas antes temos que fazer a nossa parte.

 

O uso ético e responsável das tecnologias na escola deveria ser pauta permanente dos diretores das escolas e das Secretarias Estaduais de Educação, sob pena de formarmos adultos irresponsáveis na sociedade digital.

 
 

Ética e responsabilidade digita em pauta

Conscientização para o uso ético e responsável das tecnologias. Este foi o tema da palestra que ministrei neste sábado, (30), para um público de 80 pessoas no Colégio Estadual Nilo Cairo, em Apucarana, Paraná. Na plateia estavam presentes professores e funcionários da educação de diversas escolas da região.

A palestra faz parte do Movimento Criança Mais Segura na Internet, uma ação nacional encabeçada pela banca PPP Advogados, sediada na cidade de São Paulo. O objetivo é conscientizar crianças, adolescentes, pais e escolas sobre condutas éticas no uso das tecnologias, especialmente a internet. Para tanto, o movimento procede ao treinamento de voluntários que atuam como palestrantes em todo o país. No site do movimento, há um abaixo-assinado que pretende levar ao Congresso um pedido de inserção no currículo escolar de uma disciplina que trate sobre o tema da palestra.

A sociedade digital pede comportamentos responsáveis e seguros no uso de dispositivos móveis como celulares com câmera, ipads, smatphones e tablets bem como na participação em redes sociais. Nossa vida real não pode ser dissociada da vida digital; elas se complementam. Nossa conduta na internet pode nos impor responsabilidade jurídica podendo resultar em pagamento de indenização. As leis se aplicam à internet sim e a escola é o local perfeito para disseminarmos esta ideia.

Atuo na educação há 16 anos e tenho certa familiaridade com públicos. Ainda assim, estive um tanto quanto inseguro diante da plateia no início da apresentação. Mas o bate-papo fluiu com o tempo. Nada mal para um "teste" como este, já que em outubro pretendo ministrar o tema para 200 pessoas, entre elas alunos, pais e professores.

Ficha do evento

Local: Colégio Estadual Nilo Cairo

Data: 30/07/2011

Público: 80 profissionais da educação

Recursos tecnológicos utilizados: Sistema de som, Notebook, Projetor multimídia

Softwares utilizado: BrOffice Impress, Media Player Cassic

 
 

Crise no PT?

Uau! O entreveiro entre o governo e a base aliada parece estar mais complicado do que eu supunha. O Estadão publicou que Dilma não gostou nada da interferência de Lula no episódio das acusações contra o Ministro Paloci.

Segundo o jornal, Paloci teria ameaçado de demissão ministros da base aliada, após esta votar contra o governo, pela aprovação do Código florestal.

Dilma quer, agora, mostrar a que veio. Marcou reunião com ministros e com senadores da base. Vamos ver!

Até breve. Cuide-se bem.

 
 

Batalhão de choque do governo em campo de novo

 

Nenhuma surpresa o governo da Dilma convocar o batalhão de choque para blindar o senhor Paloci contra as acusações de enriquecimento ilícito. Lula já havia pedido ajuda da tropa de choque para proteger Sarney. Pois é, parece que Dilma não tem a habilidade política de Lula para contornar conflitos. Tanto é que teve que pedir ajuda ao ex-presidente.

Por outro lado, no caso da votação do Código florestal, um princípio de incêndio com a base aliada talvez tenha passado despercebido, mas Dilma e Aldo Rebelo (PMDB), relator da proposta do código florestal aprovado na Câmara, se estranharam. A presidente (isso mesmo, PresidentE) insinuou que a aprovação era "uma vergonha". Aldo Rebelo, por sua vez, no plenário, retrucou dizendo que o governo tinha que ser interpelado pela afirmação da Presidente. E olha que eles são aliados.

Imaginemos a derrota do governo na Câmara, ainda mais com a ajuda do aliado PMDB, combinada com uma crise entre governo e aliados! Mas ficou só nisso.

Até mais. Cuide-se bem.

 

 
 

Educação pública do Paraná deve explicações

Deu na imprensa do Paraná que o Ministério Público estadual está investigando indícios de desvio de verbas em órgãos da educação pública.

 

Há acusações de pagamento de conserto de computador e de despesas com babá com dinheiro desviado de diárias de viagens. Servidores entrevistados pela imprensa dizem ser praxe um servidor se utilizar do cartão coprporativo de outro para se beneficiar das supostas diárias.

 

Quem diria! Autoridades da educação do Paraná não conseguem controlar os gastos com viagens dos servidores! Não é de hoje que a educação pública do Paraná deve aos cidadão explicações sobre ética e transparência.

 

Será mesmo que a educação pública paranaense vai bem, como dizem as autoridades? Não estariam as tais Tvs multimídia (as Tvs laranja) em grande parte das escolas da rede já danificadas pelo mau uso ou pela má conservação? Não estariam os laboratórios de informática do fabuloso projeto Paraná Digital sendo sub-utilizados, sem proposta pedagógica? Não haveria no Paraná gestores das escolas democraticamente eleito por voto direto, mas sem nenhum preparo para a gestão de recursos, para a gestão pedagógica, para a gestão de pessoas?

 

Será!?

 
 

Sexting no RS revela a falta de consientização para o uso ético e responsável das tecnologias

O vídeo com cenas eróticas (sexting) entre um casal de adolescentes no Rio Grande do Sul (RS) que circulou na internet é resultado da falta de conscientização para a ética e a responsabilidade digital.

Há uma falsa ideia de anonimato e de liberdade exacerbada quando o assunto é internet. Não é o que dizem as leis brasileiras; nossos atos na rede mundial ou durante o uso de tecnologias como celulares, smartphones, etc. são perfeitamente sujeitos à aplicação de leis vigentes.

O caso no RS revela a urgência com que um trabalho sério de conscientização de crianças e adolescentes (e muitos adultos sem-noção) sobre ética e responsabilidade digital deve ser implementado nas escolas, na família, na mídia. A escola muito mais por se tratar de um segmento da sociedade responsável pela formação de pessoas. 

Mas escola, mídia e família ainda não se deram conta de que a atual sociedade digital pede comportamentos, atitudes diferentes. E educação deve se converter para uma ótica também diferente: conscientizar para o uso ético e responsável das tecnologias. Sobretudo agora quando computadores e internet fazem parte do cotidiano de alunos e professores. Se a escola não der o encaminhamento correto, pedagogicamente planejado, para o uso de suas ferramentas tecnológicas os alunos encontrarão um meio não apropriado de utilizá-las. E aí é que está o problema.

As autoridades do RS estão investigando o caso do sexting. Menos mal; a exposição do caso sendo tratado pelas autoridades talvez sirva de exemplo para reflexão para quem insiste em achar que a internet é uma terra sem-lei. E pelo fato de o caso envolver adolescentes está envolto no Estatuto da Criança e do Adolescente.

É lamentável constatar que muita gente (incluindo profissionais da educação) não tem ideia de que o ECA foi alterado, no final de 2008, e passou a criminalizar pedofilia na internet.

Enquanto educadores devemos refletir sobre que tipo de cidadão queremos formar em plena era digital. Porque Orkut, MSN, YouTube, copiar/colar não ensejam ética e responsabilidade a menos que as pessoas sejam conscientizadas para tal. Ética e responsabilidade digital deveriam ser pauta permanente de debates e planejamentos escolares sob pena de nos furtarmos de nosso dever de educar para a nova sociedade.

 
 

Uso das TIC nas escolas do Paraná preocupa

Embora o Paraná tenha adotado uma boa política de Tecnologia da Informação e Comunicação (TIC) na rede escolar pública muito ainda há que se fazer.

Enumero a seguir alguns comportamentos de usuários e das escolas, que sem um norte da mantenedora e dos gestores, estão no limite da segurança, da boa conduta digital e da legalidade.

  • Muitas escolas adotam senha genérica (de uso comum todos os usuários de determinada máquina) quando, por segurança e por precaução, deveriam adotar senha individual e intransferível.
  • Não há um trabalho de conscientização de professores, alunos e funcionários para o uso ético e responsável das TIC.
  • Muitas escolas detém programas piratas em seus computadores, num flagrante contrassenso de quem deveria ser exemplo no respeito às leis.
  • A mantenedora da rede escolar pública do Paraná não executa nenhuma ação de instruir a rede para o uso ético e responsável dos ambientes eletrônicos.

Assim, a mantenedora e seus parceiros e os gestores escolares  assumem o risco de possíveis incidentes jurídicos envolvendo alunos, professores ou funcionários no uso das TIC.

Todos, a mantenedora, os professores e os gestores escolares se furtam de seu papel de educadores. Do compromisso de formar jovens com responsabilidade na sociedade digital.

Se a escola faz desdém para o uso ético e responsável das TIC, adolescentes e jovens sob sua tutela levarão para a vida adulta (e para o mercado de trabalho) os vícios do mau uso dos ambientes eletrônicos.

 
 

Uso ético e responsável das TIC na escola

É indiscutível a importância de computadores, internet e TV na educação pública. Porém, devemos refletir sobre o uso ético e responsável dessas tecnologias na escola.


As redes sociais na web e os celulares com câmera digital tornaram comum o hábito de fotografar ou filmar colegas e dispor as imagens na rede mundial. A ideia equivocada de que a internet é uma terra sem-lei provoca uma série de transtornos, a exemplo do ocorrido num colégio de Curitiba. O mundo virtual tem também seu lado ruim, portanto devemos conscientizar os adolescentes de que eles podem tanto ser vítimas de crimes eletrônicos quanto cometer por acaso um ato infracional, como falar mal de um colega ou de um professor numa comunidade online, por exemplo. Segundo especialistas, o agravante é que a escola pode ser responsabilizada judicialmente por um ato infracional cometido por meio de sua internet ou de seus computadores.


Referindo-se ao uso da rede mundial para pesquisas, dificilmente um estudante da educação básica saberá distinguir entre uma opinião e um fato online. Uma pesquisa deve se basear em fatos. Jamais em opiniões pessoais, muito comuns nos blogs. E as bibliotecas ficam em segundo plano diante da facilidade de se copiar um conteúdo da internet (violação ao direito autoral), colar, imprimir e entregar ao professor. Nos vestibulares e nos concursos públicos não haverá a opção copiar e colar, utilizada nos meios digitais.


Mas a responsabilidade de que tratamos aqui não se resume ao aluno. Todos nós, educadores, devemos ser exemplo de ética e responsabilidade quanto ao uso das tecnologias. De nada adianta o governo do estado implementar software livre nas escolas se persiste na educação e em outros setores públicos o uso de programas de computador piratas (crime contra a propriedade intelectual). Um flagrante contrassenso de quem deve educar os jovens para o respeito às leis.


Tudo bem, estes problemas não ocorrem apenas no setor educacional. Mas qual é o nosso papel enquanto educadores? Se os alunos não estão cientes de suas responsabilidades enquanto cidadãos digitais cumpre a nós conscientizá-los. Mas antes temos que fazer a nossa parte.


O uso ético e responsável das tecnologias na escola deveria ser pauta permanente dos diretores das escolas e das Secretarias Estaduais de Educação, sob pena de formarmos adultos irresponsáveis numa sociedade digital.

 
 

Deu no IDG Now

Por rastreamento, polícia acha hacker. O suspeito? Uma criança de 9 anos

Algumas semanas atrás, a administração da rede de escolas públicas do condado de Fairfax pensou que tinha um hacker nas mãos.

Alguém estava mudando as senhas dos professores do sistema Blackboard utilizado pelas escolas de Falls Church, na Virgínia (EUA). O sistema é utilizado por professores, estudantes e pais, como uma forma de se comunicar e acompanhar as lições de casa e os avisos de classe, pela web.

A polícia local foi chamada; eles investigaram e rastrearam a invasão e chegaram à casa de um estudante de 9 anos. No começo, os policiais pensaram que o sistema tinha sido invadido, mas descobriu-se que um estudante daquele condado - que não foi identificado - simplesmente copiou a senha de um dos professores, que estava anotada em sua mesa, e a usou para mudar as listas de alunos e as senhas dos outros professores.

"Este foi um caso em que um indivíduo (...) teve a posse da senha de um professor, e essa senha tinha privilégios administrativos", disse Paul Regnier, porta-voz da rede de escolas.

Sem notas
O estudante foi capaz de atribuir aulas a professores, e em seguida modificou as senhas de outros professores no sistema Blackboard, mas não havia muito mais que ele poderia fazer, disseram representantes da Blackboard. O intruso não poderia, por exemplo, mudar notas ou acessar outros computadores do sistema escolar.

Isso não impediu alguns jornais locais de se referirem ao incidente como uma invasão de computador, uma caracterização que agora é questionada por Regnier e pela Blackboard.

"Não foi um hack, a menos que se considere que alguém com 9 anos que tenha copiado a senha de um professor seja um hack", argumentou Michael Stanton, vice-presidente sênior de assuntos corporativos da Blackboard.

Embora não tenha havido acusação formal contra o "invasor" - pelas políticas da escola, Regnier não confirma se ele estava matriculado na escola - a administração escolar diz estar levando o caso a sério. "Nada de mal aconteceu desta vez, mas temos de ter certeza de que (...) não acontecerá de novo", disse.

O segredo, acrescentou, é manter as senhas a salvo de olhares curiosos.

 
 

Migrar ou não para o Windows 7?

Deu na Revista PNP


Sempre que a Microsoft lança um novo Windows a pergunta é sempre a mesma: mudar ou não mudar? A resposta não é fácil de obter, e depende do tipo de usuário. Deixando de lado a versão para servidores, analisemos quais são os grupos de usuários que precisarão fazer sua opção:


1. Pessoas que precisam ou querem estar sempre com a última versão de tudo,

2. Pessoas que atualmente usam Macintosh ou Linux,

3. Aqueles que estão satisfeitos com o XP e não parecem ter interesse em mudanças,

4. Quem experimentou e não gostou do Vista, mas pode estar curioso a respeito do Windows 7,

5. Quem já está usando o Vista, e finalmente

6. Todos os demais usuários de Windows.


Analisemos o que acontece em cada um destes públicos:


1. Pessoas que precisam ou querem estar sempre com a última versão de tudo

Se você gosta de explorar um novo sistema operacional e não se importa com os pequenos (ou grandes) problemas que certamente aparecerão na migração, você não tem nada a perder exceto aqueles aplicativos e equipamentos antigos que tem usado até o presente momento. Certamente, este não é um grupo muito grande.


2. Pessoas que atualmente usam Macintosh ou Linux

Bem, neste caso... acho que eles simplesmente ignorarão o novo Windows ou pior, o acharão ridículo e patético, como sem foi. Nada a dizer para este grupo: se estão satisfeitos com seus Macs ou micros com Linux que continuem assim. O Windows 7 nada tem a oferecer para este pessoal que os faça mudar de ideia.


3. Aqueles que estão satisfeitos com o XP e não parecem ter interesse em mudanças

Se você NÃO tem equipamento suficiente para rodar o novo Windows 7, então poderá até pular este tópico, a não ser que esteja planejando fazer um upgrade ou comprar uma máquina nova.


4. Quem experimentou e não gostou do Vista, mas está curioso a respeito do Windows 7

Para este grupo, devemos dizer que o Windows 7 é realmente um Vista revisitado. Mas justiça seja feita: se o produto final estiver igual à versão de testes, podemos afirmar que o Windows 7 é, na verdade, o que o Vista deveria ter sido desde o começo.


O Windows 7 parece ser mais leve e roda de maneira aceitável na maior parte dos micros antigos que não conseguem rodar o Vista. Os problemas de compatibilidade com aplicativos e dispositivos de hardware também foram resolvidos, de uma forma ou de outra.


5. Quem já está usando o Vista

Provavelmente se está usando o Vista é porque está satisfeito com ele e provavelmente ficará ainda mais satisfeito com o Windows 7, que é mais ligeiro e compatível. Se você está usando o Vista contra sua vontade, porque comprou um micro com ele ou porque roda algum programa que só funciona no Vista, então a boa notícia é que o Windows 7 “curou” muitos dos alegados problemas do Vista.


6. Todos os demais usuários de Windows

Este é o grupo mais numeroso. Muita gente desconhece qual é o Windows que está no micro que usa todos os dias, sabe apenas que alguém colocou um Windows lá e pronto.


Para este grupo o importante é que o micro funcione. E a boa notícia é que o Windows 7 caminhou bastante na direção de ser um sistema operacional eficiente e que funcione de maneira transparente sem ficar no caminho do usuário a cada coisa que ele queira fazer.


 
 

Microsoft reconhece falhas no Internet Explorer

Depois dos ataques sofridos pelo navegador Internet Explorer 6, quando inúmeras empresas, incluindo o Google, foram atingidas a Microsoft finalmente reconhece as falhas do seu navegador.

A empresa anunciou a descoberta de mais uma falha no browser. O bug permite o acesso a arquivos do usuário de diversas versões do Internet Explorer especialmente as versões 6, 7 e 8 do Windows XP e do Windows Server 2003.

A Microsoft anunciou que ainda não decidiu se a correção para a falha fará parte do pacote de atualização mensal ou se publicará um atualização específica.

 
 

Gigantes de TI são postos à prova

Os dois gigantes da tecnologia, Google e Microsoft, tem enfrentado problemas com falhas em seus sistemas. Há poucos dias o Google teve seus sistemas invadidos por meio de falhas no Internet Explorer, da Microsoft.

Sem especular sobre a questão de a China - de onde o Google alega ter partido os ataques - ser um porto seguro para hackers, a verdade é que os dois gigantes tem muito o que investir na segurança de seus produtos. Se os próprios sistemas do Google são invadidos o que dizer dos dados de terceiros hospedados em sua nuvem?

Agora circula na web que a Microsoft anunciou que uma falha descoberta no Windows por um engenheiro do Google existe há pelo menos 17 anos.

Duas perguntas: como um bug pode perpetuar por quase vinte anos sem ser corrigido? Precisou um engenheiro do concorrente descobrir a falha?

A utilização do Internet Explorer por hackers para invadir sistemas do Google levou autoridades da Alemanha a sugerirem que os usuários mudassem de navegador.

 
 

TIM vai vender somente aparelhos desbloqueados

A TIM informa que a partir de fevereiro passa a vender apenas aparelhos desbloqueados. No comunicado, a empresa informa também que fará o desbloqueio gratuito de celulares de seus clientes.

A decisão da empresa coincide com o anúncio da Anatel de que vai analisar um projeto que obrigará as empresas de telefonia a vender somente aparelhos desbloqueados.

Fontes:

Info Online (http://info.abril.com.br/noticias/mercado/tim-decide-so-vender-celular-desbloqueado-15012010-39.shl)

IDG Now (http://idgnow.uol.com.br/telecom/2010/01/15/tim-vendera-celulares-desbloqueados/)

 
 

Hackers exploram falha em PDFs

Hackers estão explorando uma falha nos softwares de PDF Adobe Reader e Acrobat, ambos de propriedade da Adobe. A falha foi descoberta em dezembro mas a Adobe anunciou que corrigiria a falha somente a partir de 12 de janeiro.

Especialistas divergem quanto à periculosidade do código malicioso. Enquanto um analista considerou o código “sofisticado”, outro, porém, o classificou como “nada extraordinário”.

Ambos, entretanto, recomendam que os usuários desabilitem o JavaScript enquanto a Adobe não corrige o problema. A empresa reafirma que a correção estará em seu site no dia 12.

 

 
 

Mozilla corrige erros e adia lançamentos do Firefox

A Fundação Mozilla, desenvolvedora do navegador Firefox, disponiblizou uma correção para um erro na atualização da versão 3.0 para a 3.5 do navegador. O erro dificultava que o usuário visualisasse uma tela sugerindo a atualização. Em vez da janela, o usuário dispunha apenas de uma notificação.

Segundo a Mozilla, é fundamental que os usuários migrem para a versão 3.5 porque a versão 3.o deixará de ser atualizada no final de janeiro.

A Mozilla também adiou o lançamento da versão 3.6 do Firefox, que estava prevista para dezembro. A mesma estratégia foi adotada para o novíssimo Firefox 4, adiado para o final de 2010. A Mozilla promete, entretanto, um beta da versão 4 para julho de 2010.

 

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